Sanharó / PE
Contradições
Posso até reclamar da vida
E das escolhas erradas que fiz
Mas o que eu não posso é deixar
Que os meus dissabores destruam
Os sonhos que ainda cultivo.
E das escolhas erradas que fiz
Mas o que eu não posso é deixar
Que os meus dissabores destruam
Os sonhos que ainda cultivo.
Posso até querer ignorar o mundo ao meu redor
E esconder-me no meu mundinho de faz de conta
Mas o que eu não posso é deixar
Que a amargura tome conta o meu ser
Transformando o meu coração em pedra.
E esconder-me no meu mundinho de faz de conta
Mas o que eu não posso é deixar
Que a amargura tome conta o meu ser
Transformando o meu coração em pedra.
Posso até me revoltar contra o destino
Culpando-o pelas minhas escolhas
E pelos erros que cometi
Mas o que eu não posso é deixar
De tentar mais uma vez.
Culpando-o pelas minhas escolhas
E pelos erros que cometi
Mas o que eu não posso é deixar
De tentar mais uma vez.
Posso até sentir-me derrotada
Por não ter sido capaz de ter ao meu lado
Aquele que tanto amei
Mas o que eu não posso é deixar
De acreditar que o amor ainda existe.
Por não ter sido capaz de ter ao meu lado
Aquele que tanto amei
Mas o que eu não posso é deixar
De acreditar que o amor ainda existe.
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